Treinamento de novos voluntários – CVL

Capacitação realizada pelo CVL – Centro Voluntário de Londrina, no dia 25/11, para os novos voluntários que atuarão no Centro Cultural Prof. Ivan Dutra que será inaugurado em janeiro de 2018, no Jd. Interlagos, onde serão desenvolvidos diversos projetos socioeducativos para atendimento de crianças e adolescentes da região leste. Seja voluntário você também! http://www.voluntarioscvl.org

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Estrelas estão confirmadas em jogo beneficente

Jogadores que atuam em grandes clubes do futebol nacional e internacional serão atração no próximo dia 21, a partir das 20 horas, no Estádio do Café A edição 2010 do ”Jogo das Estrelas” pretende dar uma ”goleada de solidariedade”

O objetivo é ultrapassar as 26 toneladas de alimentos, encaminhados posteriormente para o Programa do Voluntariado Paranaense (Provopar) em Londrina, arrecadados no ano passado, quando 25 mil pessoas foram ao Estádio do Café prestigiar o evento beneficente ”É importante enaltecer a atitude dos jogadores que vão participar do Jogo das Estrelas, o que significa um alimento no prato da pessoa que mais necessita”, disse o prefeito Barbosa Neto

De acordo com o assessor da Fundação de Esportes de Londrina (FEL), Ney Inácio, o jogo terá transmissão pela TV ”Contaremos com a presença de Rafinha, do Genoa (ITA), e do meia Elias, ex-Corinthians e que acabou de ser vendido para o Atlético de Madrid (ESP)”, disse Os jogadores Germano (Sport), Henrique (Cruzeiro) e Deivid (Atlético-PR) estiveram presentes na apresentação do evento

O Jogo das Estrelas terá ainda as presenças de Diego Macedo (Atlético-MG), Foguinho (Atlético-PR), Aislan (Guarani) e Miranda (São Paulo), além do zagueiro londrinense Cribari (Napoli-ITA) O evento é uma iniciativa da Prefeitura de Londrina, Instituto Vagner Nunes e Sercomtel (Reportagem Local)

Publicado em 10/12/2010, na Folha de Londrina

Mão na massa e sorriso no rosto

Mirian, 10 anos: ‘Colocamos açúcar, ovo, manteiga e farinha e mexemos tudo antes de usar o rolo’
Em uma aula diferente, crianças aprendem um pouco de culinária: troca de experiências e resultados positivos

Alunos da educação especial deixam a sala de aula pela primeira vez e passam a manhã preparando biscoitos natalinos

Rolândia – Um espaço em meio à natureza e muita boa vontade preencheram a lista de ingredientes de uma receita caseira pra lá de fácil e gostosa, especialmente como lembrancinha de Natal: biscoitinhos amanteigados. E foram 19 alunos da educação especial da Escola Municipal Vitório Franklin, de Rolândia (Norte), que colocaram a mão na massa para preparar a delícia.

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A coordenadora da educação especial do colégio, Dora Consani, decidiu aceitar o convite dos proprietários de uma chácara próxima à zona urbana da cidade e tirou os alunos da sala, num dia normal de aula, para que experimentassem uma manhã diferente. E o resultado foi tão positivo, que os donos do recanto já estão pensando até em fazer da visita uma rotina na pousada.

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”É uma angústia para as professoras pois os alunos quase não saem da escola, por isso esse convite veio em boa hora”, comentou Dora, explicando que os estudantes são portadores de diferentes tipos de deficiência intelectual e têm dificuldade de concentração. ”É difícil para eles memorizarem então é preciso trabalhar sempre no concreto. Eles precisam ver e participar para entender”, completou a professora Ivone Rizzo.

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E não faltou mão na massa durante o passeio. Depois de misturarem os ingredientes, doados pelos anfitriões, as crianças recortaram os biscoitinhos nos mais diferentes formatos, sob a supervisão das professoras, de voluntários e da dona da pousada, a produtora rural Ursula Saegesser, guardiã da receita.

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Batizado de mailendãrli (ou bolacinha de Milano), o biscoito leva basicamente farinha, açúcar, manteiga e ovos. ”Não sabia fazer mas estou gostando”, disse a estudante Vanessa, de 8 anos, enquanto recortava uma árvore de Natal na massa, com a ajuda da colega Alessandra, 8. Já o companheiro Rafael, 10, preferiu misturar a massa. ”Acho que vai ficar gostosa depois de assada”, sugeriu.

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Ao lado, outro grupo finalizava os detalhes das bolachinhas, que ganharam pinceladas de ovo antes de dourar ao forno. ”Colocamos açúcar, ovo, manteiga e farinha e mexemos tudo antes de usar o rolo”, ensinou Miriam, 10, enquanto recortava um coração.

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Além do contato com a natureza e com a culinária, os estudantes puderam ainda se comunicar com três estrangeiros que estão hospedados na pousada e os ajudaram a preparar os biscoitos natalinos. O francês Fabrice Menoyot e as irlandesas Emily Oconneli e Donna Schwarz são intercambistas e trabalham em Rolândia há algumas semanas.

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”Mais importante que conhecer a natureza é mexer com as mãos”, avaliou Adrian Saegesser, filho da proprietária da pousada. Para ele, a experiência funcionou tão bem que a família pensa em convidar as crianças para um passeio pela trilha ecológica na mata nativa da chácara ou coletar frutas no pomar. ”Essa será uma experiência que eles jamais irão esquecer”, resumiu a coordenadora Dora Consani.

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Mariana Guerin
Publicada na Folha de Londrina, 03/11/2010

Londres recrutará 70 mil voluntários para Olimpíada

Os organizadores da próxima Olimpíada pretendem recrutar 70 mil voluntários para os Jogos de Londres, que serão realizados em 2012. Para alcançar esse objetivo, eles anunciaram nesta sexta-feira os planos para o maior recrutamento voluntário da história da Inglaterra após as guerras mundiais.

A seleção para voluntários com determinadas especialidades começará a ser feita no dia 27 de julho, exatamente dois anos antes do começo dos Jogos Olímpicos. E a abertura dos cargos gerais acontecerá em 15 de setembro.

Um programa de voluntários para menores de 18 anos será anunciado em julho de 2011. E os organizadores da próxima Olimpíada confirmaram que a campanha de voluntários será patrocinada pelo McDonald”s.

AE-AP – Agência Estado

Projeto mobiliza o país para manter cidades limpas

O empresário e ambientalista Rainer Nõlvak chegou a mobilizar 50 mil voluntários na Estônia para limpar o país em um dia

Limpa Brasil pretende formar um mutirão de voluntários para ações de limpeza massiva no país. Além disso, o objetivo é conscientizar a população da importância da destinação do lixo

Uma iniciativa surgida no Leste Europeu vem se espalhando pelo mundo, reunindo milhares de voluntários em ações de limpeza massiva. Há dois anos, o empresário e ambientalista Rainer Nõlvak mobilizou 50 mil voluntários para limpar a Estônia em um único dia, durante o evento denominado Let’s Do It 2008. Agora, a ação chega ao país por meio do projeto Limpa Brasil, que será lançado hoje, no Rio de Janeiro, durante o 3.º Fórum Internacional de Co municação e Sustentabi lidade . A data da limpeza ainda não está definida, mas o mais provável é que a primeira etapa do trabalho ocorra em dezembro deste ano ou março do ano que vem, no Rio.

O projeto seguirá o modelo concebido pelo estoniano, que desenvolveu ferramentas de comunicação, captação dos resíduos e estrutura logística com monitoramento por software, adequando o modus operandi à realidade brasileira. A Estônia é um país de 2,2 milhões de habitantes em uma área de 45 mil quilômetros quadrados. No Brasil, a ideia é limpar por dia uma área habitada por 3 milhões de pessoas. “A dificuldade de conseguir voluntários é pequena”, prevê a coordenadora do projeto, Marta Rocha, que comanda a empresa de consultoria Atitude Brasil. “O problema é a quantidade de lixo coletado; o maior desafio é dar uma destinação a ele.”

De acordo com Marta, a proposta não se restringe a um mero mutirão de limpeza. “Preferimos falar em mobilização para manter as cidades limpas”, define. A limpeza será precedida de uma campanha de conscientização da população, divulgada na grande mídia. Os organizadores estão negociando com a TV Globo, a Editora Trip e jornais de circulação nacional para veicular a campanha durante três meses. “Faremos ainda um trabalho educativo, preparando material pedagógico para públicos de diferentes idades”, explica a coordenadora do Limpa Brasil. “Além da mídia, das escolas e das universidades, precisamos do apoio dos governos para a destinação do lixo.”

Atitude sustentável

Para Marta Rocha, a mudança de atitude da sociedade é fundamental. “O Rio gasta R$ 258 milhões para varrer as vias públicas”, conta. “Desse valor, 63% são gastos na relimpeza das ruas, para retirar o lixo que não é jogado no lixo. As ruas são varridas várias vezes num dia só.” A coordenadora do Limpa Brasil lembra que houve uma mudança do tipo de lixo jogado nas ruas: se antigamente eram lançados papéis e resíduos orgânicos como miolos de maçã, hoje em dia predominam as embalagens de produtos. O resultado é que esse tipo de atitude muitas vezes se volta contra a própria população, que sofre com as enchentes. “Atitude sustentável não é papo de bicho-grilo: é uma atitude pertinente à nossa sobrevivência e qualidade de vida”, alerta Marta.

Depois do Rio, estão previstas ações em Belo Horizonte, Brasília e São Paulo, mas a intenção dos organizadores é expandir o projeto para todo o Brasil.

Ideia surgiu de uma conversa entre amigos

A partir de uma conversa casual com um amigo, o empresário estoniano Rainer Nõlvak concebeu o projeto Let’s Do It, que no dia 3 de maio de 2008 retirou mais de 10 mil toneladas de lixo de rios, florestas e cidades da Estônia. A mobilização foi fruto de oito meses de trabalho árduo, e contou com o apoio de empresas públicas e privadas.

Para Rainer, a remoção do lixo é apenas o primeiro estágio do projeto. “O mais importante é a esperança que damos às pessoas, uma vez que estamos unidos no tipo de ação em que a vibração se espalha e a esperança surge”, diz, no site do Let’s Do It (www.letsdoitworld.org). “A esperança de que limpemos os oceanos também. A esperança de que os governos e as indústrias nos seguirão e que a transformação verde da nossa economia terá lugar.”

Depois do trabalho pioneiro, ocorreram ações do Let’s Do It na Letônia, na Lituânia, em Portugal e na Eslovênia. No dia 20 de março deste ano, o projeto Limpar Portugal mobilizou mais de 100 mil pessoas, que removeram o lixo das florestas do país. Estão programadas atividades para este ano na Índia, Romênia e Ucrânia.

Serviço:

Voluntários podem se inscrever a partir de hoje. Mais informações podem ser obtidas no site do fórum (www.comunicacaoesustentabilidade.com) ou no Twitter do Limpa Brasil (http://twitter.com/limpa_brasil).

POR ARI SILVEIRA – MEIOAMBIENTE@GAZETADOPOVO.COM.BR

Publicado na Gazeta do Povo, em 19/05/2010

Intercâmbio Voluntário

Rafaela Rolim e João Guilherme Gatti – diretores da BE
Muitos programas de intercâmbio promovem a troca de conhecimento entre culturas diferentes. A Brazilian Experience, ou simplesmente BE, oferece mais que isso. Por meio do programa Intercâmbio Voluntário apresenta para estudantes estrangeiros a oportunidade de conhecer de perto a realidade de algumas comunidades no país. A idéia é disseminar a solidariedade em âmbito internacional, como explica Rafaela Rolim, Diretora Operacional da BE.
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Como funcionam os programas de intercâmbio da Brazilian Experience?
Rafaela Rolim – A Brazilian Experience, ou simplesmente “BE”, é uma organização que tem como objetivo promover o Brasil no exterior como um destino de estudos e intercâmbio cultural, viabilizando que estrangeiros conheçam as maravilhas do nosso país. O intercâmbio viabiliza que pessoas de diferentes nacionalidades possam se conhecer, aprender sobre a cultura um do outro, entender melhor as diferenças, apreciá-las e passar a respeitar e gostar daquele povo. O objetivo do intercâmbio é ser um vetor de promoção da paz mundial. A Brazilian Experience opera diversos programas com características e perfis de intercambistas diferentes, são eles: Voluntariado, Estágio, Ano Acadêmico e programas de ensino de inglês.
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De onde vêm os estudantes que participam dos programas?
Rafaela Rolim – Recebemos intercambistas do mundo todo, em especial da Europa e América do Norte.
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Além do intercâmbio cultural e educativo, vocês também promovem o voluntariado. Como essa iniciativa funciona?
Rafaela Rolim – A Brazilian Experience tem em sua missão o desejo de contribuir para uma sociedade mais harmônica. Através do intercâmbio cultural, buscamos trazer desenvolvimento e capacitação para as comunidades onde atuamos. A Brazilian Experience criou o programa de Intercâmbio Voluntário para satisfazer o desejo das pessoas ao redor do mundo de “fazer diferença”. A idéia é disseminar a consciência solidária no âmbito internacional. Este programa permite que estrangeiros venham ao Brasil para ajudar em causas sociais e ambientais em diversas partes do país.
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O programa de voluntariado está disponível para todos os intercambistas ou é um programa diferenciado?
Rafaela Rolim – O programa de voluntariado está disponível para qualquer estrangeiro que queira contribuir em causas sociais e/ou ambientais no Brasil.
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O turismo/intercâmbio voluntário está em crescimento no país?
Rafaela Rolim – Sim, estamos sempre nos esforçando para captar mais voluntários internacionais e novos projetos parceiros no Brasil.
Intercambistas da BE são voluntárias na Cruz Vermelha
Qual o perfil dos jovens que se interessam pelo voluntariado?
Rafaela Rolim – A maior parte dos nossos voluntários são mulheres de 18 a 22 anos. São jovens que querem aprender um pouco mais sobre o mundo e sobre si mesmos antes de ingressar em uma carreira profissional.
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Que tipo de atividades voluntárias os jovens desenvolvem no Brasil?
Rafaela Rolim – Temos parcerias com projetos sociais de apoio a crianças carentes onde os voluntários auxiliam nas atividades de recreação e lazer, ensinam inglês ou promovem workshops de conhecimentos específicos. Temos também uma instituição parceira que atua em prol da preservação de espécies de vida selvagem.
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Vocês têm parceria com instituições específicas que recebem os voluntários ou eles escolhem em que atividade participar?
Rafaela Rolim – Nós temos parcerias com algumas ONGs e Associações e o voluntário escolhe antecipadamente em qual projeto deseja atuar, de acordo com as suas habilidades e preferência.
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Em que lugares do país estas atividades são desenvolvidas?
Rafaela Rolim – Atualmente temos projetos parceiros nas cidades de Curitiba, Florianópolis e Rio de Janeiro.
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Voluntárias da Brazilian Experience atuaram na ajuda às vítimas das enchentes do Rio de Janeiro. Como foi essa participação?
Rafaela Rolim – No mês em que ocorreram as enchentes no Rio de Janeiro, nós tínhamos algumas voluntárias na cidade. Elas vivenciaram todo o caos gerado pelas chuvas e acompanharam os prejuízos gerados à população mais afetada. Sabendo da grande necessidade de doações e ajuda voluntária nós decidimos envolvê-las em uma ação que beneficiasse essas pessoas tão castigadas pelas chuvas. Foi quando recebemos um e-mail do Portal do Voluntário com a lista de postos de coleta de doações no estado do Rio. Entramos em contato com alguns deles e a Cruz Vermelha logo manifestou seu desejo em receber a ajuda das nossas intercambistas. Elas adoraram o período de atividades, pois se sentiram muito úteis e realizadas por contribuir para uma causa tão nobre.

Por Portal do Voluntário