O CVL na Mídia

Que tal fazer o bem hoje? Conheça o Centro Voluntário de Londrina

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017 – Centro é a ponte entre o voluntário e quem precisa de ajuda

Foto: Divulgação

O Centro Voluntário de Londrina nasceu em junho de 2003, fruto do trabalho de pessoas dos mais diversos segmentos. Esse grupo tinha por objetivo fortalecer as ações voluntárias da cidade de Londrina e também ajudar na capacitação profissional de pessoas menos favorecidas.

Esse centro, sem fins lucrativos, faz parte de uma grande rede de centros voluntários de todo o país e serve como ponte entre o voluntário até quem realmente precisa de ajuda. O Centro une organizações sociais diversas que oferecem seus serviços a pessoas de baixa renda e pessoas que tem interesse em ajudar.

Atualmente, o CVL desenvolve programas de capacitação, atualização e acompanhamentos de voluntários e organizações sociais. Ele também cadastra essas organizações para que se crie um elo entre os cidadãos que querem doar o seu tempo e as instituições que necessitam dessa ajuda e oferece palestras e cursos para pessoas de baixa renda.

E você, que tal ajudar hoje? Entende de algum assunto e acha que pode ministrar palestras? Dá algum treinamento e pensa que pode colaborar ensinando? Sabe cozinhar? Sabe tocar algum instrumento? Gosta de crianças? Pois venha ajudar! Pessoas interessadas em ajudar projetos sociais podem entrar no site www.voluntarioscvl.org.

Redação Londrinatur

Link: http://www.londrinatur.com.br/projetos-londrinenses-londrina/noticia/que-tal-fazer-o-bem-hoje-conheca-o-centro-voluntario-de-londrina

 

RPC: veja as informações adicionais das reportagens do dia 17/01/2017

G1 lista os principais destaques dos telejornais da RPC desta terça (17). Saiba os endereços, telefones e os sites das reportagens exibidas.

Do G1 PR

G1 Norte e Noroeste

ParanáTV 1ªEdição
>>> A londrinense Ignes Vidotti é daquelas mulheres que não consegue ficar parada. Aposentada há 40 anos, ela tem se dedicado ao trabalho voluntário nos últimos dez. Ela gosta tanto do que faz que juntou todas as economias que tinha para comprar uma casa onde pretende atender, gratuitamente, crianças e adolescentes carentes do bairro Interlagos, localizado na Zona leste de Londrina. No entanto, para começar o atendimento Ignes precisa reformar a casa, ao custo de R$ 100 mil. Até nesta terça-feira (17), um empresário de Arapongas doou R$ 10 mil e outros R$ 8 mil ela arrecadou fazendo bazares e promoções. No entanto, ela precisa de mais ajuda.

O material de construção que foi comprado com esse dinheiro está acabando e ainda será preciso dinheiro para pagar a mão de obra. Depois de pronta a reforma, Ignes vai precisar de músicos voluntários para dar aulas às crianças do bairro.

Quem tiver interesse em ajudar o projeto pode ligar no telefone do Clube das Mães Unidas, do Jardim Interlagos, nos números (43) 3325-6488, (43) 3321-3635 ou (43) 99945-5623.

>> Além dessa iniciativa, moradores de Londrina que queiram se inscrever em algum projeto voluntário, mas não sabem onde realizar a atividade, podem entrar entrar no site do Centro Voluntário de Londrina (CVL). Pelo site é possível consultar as vagas disponíveis e se inscrever em alguma ação.

Link do Vídeo Entrevista sobre o Trabalho Voluntário – CVL na RPC/ Globo: 

http://g1.globo.com/pr/parana/paranatv-1edicao/videos/t/londrina/v/servicos-voluntarios-sao-a-opcao-de-varias-pessoas-nas-ferias/5583100/

Quer saber mais notícias do estado? Acesse o G1 Paraná.

Folha de Londrina – 24/12/2016

SOLIDARIEDADE – Olhos atentos para o outro

Pesquisa mostra que apenas 11% dos brasileiros exercem algum tipo de ação voluntária. Iniciativas crescem na ocorrência de catástrofes e em datas comemorativas como o Natal

Saulo Ohara

Saulo Ohara

Há quatro anos, o casal Rosely e Nilson Faria arrecada alimentos para famílias carentes de várias regiões de Londrina: chamado de Deus

Há quatro anos, o casal Nilson de Souza Faria, servidor público estadual, de 56 anos, e Rosely Alves Pereira Faria, servidora pública aposentada, de 57, começou um trabalho solitário de distribuição de cestas básicas para famílias carentes do Conjunto União da Vitória (zona sul de Londrina). Era uma ação tímida, que aos poucos foi crescendo e os dois foram se envolvendo cada vez mais na comunidade.
Atitudes como de Nilson e Rosely, apesar de estarem aumentando no País, ainda são poucas. O casal faz parte dos 11% de brasileiros que desenvolvem algum tipo de voluntariado. Esse dado integra uma pesquisa realizada pela Fundação Itaú Social, em parceria com o Datafolha, e divulgada em 2015.
Foram ouvidas 2.024 pessoas, em 135 municípios brasileiros. Setenta e dois por cento dos entrevistados disseram que nunca participaram de nenhuma ação voluntária, 28% já participaram, mas destes 17% desistiram. A falta de tempo é a justificativa de 42% dos entrevistados que abandonaram as atividades.
Em datas comemorativas, como Natal, Páscoa, Dia das Crianças, o número de pessoas interessadas em fazer boas ações cresce, mas ao longo do ano as entidades carecem de ajuda. “Tem mais trabalho do que pessoas para ajudar. Muitas começam, mas acabam desistindo, porque voluntariado é preciso compromisso, responsabilidade e comprometimento”, comentou Daniela Resende Faria, de 38 anos, educadora e fundadora da ONG Centro Voluntário Londrina (CVL), que aproxima entidades e voluntários e também oferece cursos de capacitação profissional.
“As pessoas têm procurado informações. Algumas por questões religiosas, espirituais, por querer servir ao próximo. Os jovens por questões acadêmicas e profissionais. Mas o perfil da maioria é de pessoas maduras, bem encaminhadas profissionalmente ou aposentadas”, comentou Daniela.
De acordo com ela, o voluntariado também tem auxiliado pessoas que estão desempregadas, que encontram na atividade uma forma de evitar uma depressão, fazer novas amizades, aprender novas experiências e até fazer contatos para futuras recolocações no mercado.
Ter uma experiência de voluntariado no currículo tem contado pontos na hora de concorrer a uma vaga de emprego. “O voluntariado contribui para desenvolvimento de outras capacidades e é valorizado pelas empresas”, afirmou Anna Carolina Bruschetta, coordenadora de Assessoria de Voluntariado da Fundação Itaú Social.
Apesar de a prática estar ganhando cada vez mais adeptos, o Brasil ainda tem muito que crescer. Estatísticas internacionais apontam que em média 37% da população mundial faz voluntariado. Na Europa e na África, esse percentual fica na casa dos 49%.
A pesquisa do Itau Social também mostrou que os jovens não se engajam nessas ações. Oito em cada dez jovens de 16 a 24 anos nunca exerceram atividades voluntárias.
Na opinião de Anna Carolina, isso pode ser reflexo da falta de um incentivo maior por parte da escola, da família e das universidades. “Os grêmios estudantis perderam a força nas escolas. E faz falta alguém que facilite esse primeiro encontro do jovem com as entidades. As universidades poderiam contribuir com isso”, disse a coordenadora.
Ela percebe uma evolução no Brasil. “As pessoas tem se engajado, principalmente quando ocorrem grandes catástrofes. Outros exemplos foram a Copa do Mundo e a Rio 2016, que envolveram muitos voluntários. As pessoas querem participar mais”, ressaltou.

Aline Machado Parodi – Reportagem Local

Link: http://www.folhadelondrina.com.br/reportagem/solidariedade-olhos-atentos-para-o-outro-966286.html

 

Folha de Londrina – 24/12/2016

‘As pessoas querem ser ouvidas’

Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal

Com a personagem Nina, a manicure Nívea de
Almeida ensina educação ambiental para crianças: semente do voluntariado plantada pela mãe

Nina é uma boneca palhacinha que ensina educação ambiental para crianças das creches de Londrina. Ela também visita o Hospital do Câncer e participa dos piqueniques organizados pelo Centro de Voluntario de Londrina (CVL). Nina faz a alegria das crianças, mas também enche de satisfação a manicure Nívea Teixeira de Almeida, de 42 anos, criadora da personagem.
Formada em gestão ambiental, Nívea sempre quis dividir o conhecimento adquirido na universidade com outras pessoas e encontrou na atividade com as crianças a satisfação pessoal.
A semente do voluntariado foi plantada pela mãe, que era professora. “Ela era muito caridosa com todos e aquilo ficou dentro de mim”, comentou. Para ela é muito gratificante fazer as atividades com as crianças, pois elas entram na fantasia da personagem e aprendem brincando.
Nívea escolheu usar seus conhecimentos no voluntariado, mas enfatiza que não é preciso ter uma faculdade para fazer o bem. “Só ter amor e carinho. As pessoas querem ser ouvidas. Você só precisa ter o coração aberto e estar disposto a receber e dar em troca”, afirmou.
Ela lembra que a primeira vez que se transformou na Nina, a ansiedade foi enorme e tremia inteira, mas hoje Nívea não vive sem a personagem. “É muito gratificante trabalhar, receber o abraço das crianças.” (A.M.P.)

Aline Machado Parodi – Reportagem Local

Link para leitura da matéria completa: http://www.folhadelondrina.com.br/reportagem/as-pessoas-querem-ser-ouvidas-966288.html

 

Serviço voluntário, dedicação sem pedir nada em troca

#Voluntariado #AbraceEssaIdeia #SejaVoluntário #CVL #Reportagem

A RPCTV/Globo veiculou nesta quarta-feira (01/06/2016), uma reportagem sobre a importância do trabalho voluntário. No vídeo, as voluntários do CVL Nivea de Almeida (Nina Rosinha) e Flavia Leite deram seus depoimentos. Se você deseja ser um voluntário acesse http://www.voluntarioscvl.org e consulte as ONGs e os projetos que buscam voluntários na cidade de Londrina e região, bem como em todo o Brasil. O CVL disponibiliza também palestras e materiais sobre o voluntariado. http://www.voluntarioscvl.org Seja voluntário você também!

Assista ao vídeo veiculado pela RPC/TV sobre o CVL e o trabalho voluntário.

http://g1.globo.com/pr/parana/paranatv-1edicao/videos/t/londrina/v/servico-voluntario-dedicacao-sem-pedir-nada-em-troca/5066363/

 

Jornal de Londrina: Londrinenses podem colaborar mais: somente 11,7% realizam algum tipo de trabalho voluntário

Divulgar trabalhos e resultados pode ser eficaz para que outras pessoas se sintam convidadas a ajudar

  • Vinicius Bersi
  • 12/12/2015 02:55

Daniela

Voluntária, Daniela Resende Faria ajuda a realizar festinhas de aniversário para os netos da aposentada Analdina Maria de Jesus (Crédito: Carllos Bozelli/JL)

Apesar das muitas e boas iniciativas solidárias em Londrina, ainda há muito espaço para crescer. Somente 11,7% dos londrinenses realizam algum tipo de trabalho voluntário, segundo pesquisa do Fórum Desenvolve Londrina, divulgada recentemente. Numa cidade de pouco mais de 500 mil habitantes, parece pouco. Se comparada à média nacional, embora haja outros fatores incluídos, também: o Ibope aponta que, em 2012, 25% dos brasileiros realizam ou realizaram algum tipo de trabalho voluntário.

Uma das voluntárias em Londrina e que também pensa num processo de colaboração é a educadora Daniela Resende Faria. Desde muito jovem ela começou a se dedicar a trabalhos voluntários. Aos 15 anos, já trabalhava com contação de histórias e musicalização para crianças da Casa Missionária Irmãs de Santa Ana, que atendia a população dos jardins Santa Fé, Marabá e Monte Cristo, na região leste da cidade. Durante a primeira graduação na UEL, quando era estudante de Ciências Contábeis, reuniu um grupo de colegas e passou a oferecer cursos profissionalizantes para jovens e adultos, no mesmo espaço. Os cursos de assistente administrativo, secretariado e auxiliar de escritório facilitavam o ingresso no mercado de trabalho.

A educadora atuou também no Núcleo Social Evangélico de Londrina (Nuselon) que atende crianças afastadas dos pais e cuidadores por determinação da Justiça, e no projeto Amar e Educar, que propõe atividades extraclasse para o desenvolvimento integral das crianças. A carência afetiva e material sempre sensibilizou a jovem que se mobiliza pela fé. “É um amor incondicional que vem de Deus, um amor para todos, trabalhamos com todos os públicos e, principalmente, com quem é excluído pela sociedade, queremos levar esperança para as pessoas”. Tanta inquietação e boa vontade resultaram no Centro Voluntário de Londrina (CVL) que ela e os amigos criaram em 2003. O CVL funciona como uma ponte entre quem quer ajudar e quem precisa de ajuda. O centro encaminha voluntários para as entidades da cidade de acordo com as habilidades de cada voluntário e as necessidades das instituições. O CVL já tem 300 voluntários cadastrados.

Afeto e carinho

A família da aposentada Analdina Maria de Jesus, de 64 anos, é uma das beneficiadas com o trabalho dos voluntários. A aposentada cria sozinha oito netos em um barraco no jardim União da Vitória, na zona sul. A cada aniversário de uma das crianças, um grupo de voluntários vai até a casa da família com bolo, docinhos e salgadinhos para comemorar a data. Em uma situação em que a precariedade atinge as necessidades mais elementares da família gastar o pouco dinheiro da aposentadoria com uma festa de aniversário seria impensável. “A festinha traz alegria para eles, quando as pessoas demonstram afeto e carinho, eles vão crescer e pensar ‘alguém nos amou’”, diz a aposentada.

Corrupção

A gerente de Marketing Ana Paula dos Santos é mais uma londrinense trabalhando de forma voluntária por uma cidade melhor. O foco dela é o bom funcionamento das instituições e o fim da corrupção que afeta negativamente tantos setores da sociedade como saúde, educação e o ambiente de negócios. Ela acredita que a gestão pública criminosa é resultado da corrupção cotidiana e investe forças contra essa corrupção do dia-a-dia para evitar que quantias milionárias de recursos sejam desviadas. No ano passado, Ana Paula coordenou o projeto #somosofuturo, uma iniciativa dela junto com a Câmara Junior Internacional (JCI).

O projeto levou a alunos do 9º ano de escolas estaduais da cidade um curso de oratória em que os estudantes discutiam e refletiam sobre os efeitos nocivos da corrupção em vários aspectos da vida. “Eu decidi trabalhar com os jovens porque eles estão em formação e é mais fácil mudar essa mentalidade [tolerante com a corrupção]”, explica.

Avanço

Apesar dos bons exemplos ainda é possível avançar em colaboração. De acordo com a pesquisa realizada pelo Fórum Desenvolve Londrina, só 11,7% dos londrinenses realizam algum tipo de trabalho voluntário. O índice é menor que os 25%, média nacional apontada pele Ibope, em 2012, de brasileiros que fazem ou já fizeram algum trabalho voluntário. Para o presidente do Observatório de Gestão Pública, Fábio Cavazotti, um caminho para aumentar a adesão aos trabalhos voluntários é desenvolver a ação de forma profissional e dar visibilidade para os resultados. “Muitas vezes a pessoa tem vocação para o trabalho, mas acha que vai ser muito difícil fazer alguma coisa sozinha. Se os grupos divulgam os trabalhos e os resultados, os que partilham dos mesmos interesses conseguem se aproximar.”

http://www.jornaldelondrina.com.br/londrina-81-anos/conteudo.phtml?tl=1&id=1550363&tit=Londrinenses-podem-colaborar-mais-somente-117-realizam-algum-tipo-de-trabalho-voluntario

Crianças do Lupércio Luppi participam de tarde recreativa

Projeto Amar e Educar vai levar voluntários para atividades com música, arte, leitura, contos e brincadeiras com as crianças

lupercio.lupi.NPO Centro Cultural Lupércio Luppi vai receber no sábado (30), das 14 horas às 17 horas, três voluntários do Centro Voluntariado de Londrina (CVL) que vão desenvolver uma tarde divertida com as crianças. O Projeto Amar e Educar traz um momento de lazer e aprendizado para as crianças por meio do trabalho de voluntários. O Centro  fica na avenida Saul Elkind, 790, na região norte.

Durante toda a tarde os pais e as crianças vão poder participar de diferentes atividades recreativas que visam proporcionar um momento de interação. Os participantes vão ter contação de histórias, leitura livre, brincadeiras pedagógicas, ritmos musicais e musicalização, confecção de brinquedos com materiais recicláveis e pintura de desenhos.

As atividades vão trabalhar as áreas de desenvolvimento do psicológico, emocional e intelectual, raciocínio lógico, trabalho em equipe e que reflitam no desenvolvimento afetivo das crianças. “Queremos causar uma transformação social nessas pessoas, para que elas se tornem mais críticas, mais participativas visando a transformação de áreas importantes para o desenvolvimento”, destaca a voluntária Daniela Faria.

O projeto Amar e Educar já desenvolveu atividades em escolas, creches e outros centros culturais. São as atividades: Escola produtora de bons hábitos e boas maneiras; Mala/sacola de leitura; Musicalização infantil; Brinquedoteca lugar de brincar, aprender e criar; Alimentação saudável, higiene e saúde.

Foto: arquivo

Link: http://www1.londrina.pr.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=21918%3Acriancas-do-lupercio-luppi-participam-de-tarde-recreativa&catid=92%3Aeducacao&Itemid=979#.VW3UlF3FbBw.facebook

 

Depen

02/04/2015

CURSOS DE CAPACITAÇÃO SÃO DESENVOLVIDOS PELO PATRONATO DE LONDRINA

Cerca de 20 egressos do sistema penitenciário paranaense participaram de cursos de capacitação oferecidos pelo Patronato de Londrina (região norte do Estado), em parceria com outras instituições.

Uma das opções ofertadas no último sábado (28) foi o Curso de Metrologia para Iniciantes, ministrado por professores e alunos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), com conhecimentos sobre grandezas e unidades de medidas dessa área, bem como a forma de manusear os instrumentos e compreensão dos processos de medição de aparelhos como régua graduada, paquímetro e micrômetro.

No mesmo dia ocorreu o Curso de Informática Básica, pelo Centro Voluntário de Londrina.

O Patronato é responsável por prestar assistência aos egressos do sistema penitenciário e aos beneficiários das condições de suspensão e de livramento condicional de pena.

Informática Patronato Março_15_CVL

Fonte:http://www.seguranca.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=8308

Ponte entre voluntários e entidades

11/03/2015

Londrina – Em muitos casos, o sucesso do voluntariado depende de uma ponte entre quem se dispõe a colaborar e as entidades. Desde 2003, o Centro Voluntário de Londrina (CVL) trabalha fazendo o encaminhamento de voluntários a projetos sociais. Segundo a coordenadora do projeto, Daniela Resende Faria, muitas pessoas têm vontade de ajudar, de fazer alguma boa ação para o próximo, mas não sabem como proceder.

“No primeiro contanto, explicamos como funciona, analisamos as vocações e listamos as opções que mais combinam com o perfil do interessado”, explica. Ao todo, são mais de 40 entidades ligadas ao CVL. A internet e as palestras em escolas, igrejas e associação de bairros são os principais meios de divulgação do trabalho. Como o grupo não possui uma sede, todos os atendimentos são feitos por indicações ou pelo site. “Muitas pessoas procuraram na internet como ser voluntário em Londrina e caem no nosso site”, conta.

Além do intermédio, a ONG conduz vários projetos, entre os quais se destacam as atividades com crianças carentes, programa de empregabilidade e cursos de capacitação para mulheres de baixa renda. “Muitas pessoas despertaram para a importância do trabalho voluntário nos últimos anos, mas a adesão ainda é baixa. Então quem tem interesse em ajudar o próximo é sempre bem-vindo”, destaca.

Para mais informações, acessar o site do CVL pelo http://www.voluntarioscvl.org (C.F.)

Folha de Londrina – 11/03/2015

 

União de forças pelo voluntariado

11/03/2015

 Três projetos sociais de Londrina e Cambé se juntam em ações voltadas a ajudar moradores carentes
Fotos: Ricardo Chicarelli
Projetos sociais trabalham juntos em ações com moradores em extrema condição de vulnerabilidade
Voluntários arrecadam brinquedos e ovos de chocolate para distribuir na Páscoa, entre outros produtos

Londrina – O esgoto corre a céu aberto pela Rua dos Farmacêuticos, no Jardim União da Vitória, extremo sul de Londrina. Caminhando pelo bairro, desviando de poças e lama, Analdina Maria de Jesus, de 64 anos, observa as placas: Rua dos Panificadores, Comerciantes, Arquitetos, Jornalistas. Ela fecha os olhos e tenta imaginar a profissão que escolherá cada um dos oito netos que cria. “Meu sonho é que todos possam estudar e que tenham um futuro melhor”, comenta.O problema é que as dificuldades são muitas, a começar pela precariedade do casebre onde mora. Há 17 anos, ela juntou alguns pedaços de madeira e começou a construir um barraco. Com o aumento da família, precisou ampliar a moradia improvisada. A chuva e o vento ultrapassam com facilidade as frestas entre as madeiras e os buracos nas telhas de amianto. A umidade da terra desnivelada também incomoda. Apesar de ser nome de rua próxima, arquiteto para ela é um sonho distante. “Só a calçada de cimento que foi um genro que fez, mas toda a madeira eu empilhei, preguei, amarrei”, orgulhou-se. “Tem gente que tem vergonha de dizer que mora em barraco. Eu não, fiz tudo honestamente”, completa.

Das oito crianças com idades entre 2 e 12 anos, seis são da mesma filha, que separou-se do marido e deixou as crianças com Analdina. Os outros dois netos são de outra filha que mudou-se para São Paulo. Da aposentadoria de um salário mínimo que recebe, 30% estão comprometidos com um empréstimo que fez para ajudar parentes. Em meses mais difíceis, recebe ajuda de entidades assistenciais e voluntários. O drama de Analdina e dos netos chamou a atenção de três projetos sociais que trabalham juntos em ações com moradores em extrema condição de vulnerabilidade: Casa Alabastro e Centro Voluntário, de Londrina, e Doações Aqui, de Cambé. Nesta semana, eles levaram brinquedos e doações para a família de Analdina.

Histórias como a da aposentada com oito netos motivaram a microempresária Mariane Rodrigues de Carvalho. Ela, que trabalhava no Hospital do Câncer, ingressou na causa do voluntariado há três anos, apesar de todas as dificuldades. “Este caso nos comoveu bastante, são pessoas que precisam de ajuda não só do governo”, avalia. Sem espaço adequado, Mariane não deixa de amparar quem precisa de fraldas, leite, medicamentos e brinquedos. A Casa do Alabastro funciona há dois anos, tem dez voluntários fixos e atende cerca de 750 crianças carentes e pacientes de câncer em todas as regiões de Londrina.

Com os número de ações crescendo em ritmo acelerado, a casa onde mora já não dá mais conta em abrigar a sede do projeto. Mariane encaminhou vários ofícios à Prefeitura de Londrina, entidades e até mesmo pessoas físicas. “Precisamos de uma sede para continuar com os trabalhos. Um barracão seria ideal. Contamos mais uma vez com a solidariedade das pessoas”, faz o apelo.

Recentemente, Mariane firmou parceria com Patrícia de Souza Duarte, que há dois anos toca o projeto Doações Aqui, em Cambé. Patrícia conta que começou ajudando os vizinhos necessitados e quando viu, já estava com uma grande demanda de casos para atender. Em comum, as duas utilizam a internet para conseguir arrecadações e organizar eventos. “A internet é uma ferramenta muito útil, temos conseguido despertar a solidariedade das pessoas com pedidos de ajuda para quem necessita”, conta Patrícia.

DOAÇÕES
A Casa do Alabastro está fazendo arrecadação de ovos ou barras de chocolate e brinquedos para entregar para crianças carentes nesta Páscoa. Do total de 750 ovos que pretende distribuir, 240 já foram arrecadados. “Quanto mais doações conseguirmos, melhor. Assim, levamos mais alegria para quem já tem uma vida difícil.” Já os moradores de Cambé podem entrar em contato com o Doações Aqui.

SERVIÇO:
Casa Alabastro. Rua Coimbra, 254, Jardim Piza, Londrina. Fone: (43) 3351-3986.

Doações Aqui. Rua Bento Munhoz da Rocha, 469, Jardim Castelo Branco, Cambé. Fones: (43) 3154-8315 e 9901-1549.

Celso Felizardo
Reportagem Local

Depen

05/03/2015

PATRONATO DE LONDRINA OFERTA CURSO DE ORATÓRIA

O Patronato Penitenciário de Londrina, responsável por prestar assistência aos egressos do sistema penitenciário e aos beneficiários das condições de suspensão e de livramento condicional de pena, ofereceu um curso de oratória, na última semana.

A capacitação foi ministrada pela presidente do Centro Voluntário de Londrina, Daniela Faria, e contou, também, com a participação de uma formanda do curso de Jornalismo.

“O objetivo principal era mostrar a importância do falar bem em público, de como transmitir ideias, dialogar, seja em um momento solene ou para apresentar um projeto na empresa, algum serviço”, explica a coordenadora de Educação, Qualificação e Profissionalização de Apenados do Departamento de Execução Penal (Depen), Glacélia Quadros.

Glacélia lembra que, segundo pesquisas, 60% dos brasileiros têm pavor de se expor e falar em público. “Aquele que falar bem e não tem medo de expor suas ideias ganha um diferencial importante na carreira e nos processos de seleção para empregos”, complementa ela.

Empregabilidade 2015
Fonte:http://www.seguranca.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=8161

ONG OFERECE FORMAÇÃO A DESEMPREGADOS: (Folha de Londrina – 18/10/2003)

Werner Lauer e a noiva Michelle: ‘‘Sem o curso, meu negócio iria falir’’
Werner Lauer e a noiva Michelle: ‘‘Sem o curso, meu negócio iria falir’’
A iniciativa de um grupo de contadores de Londrina rendeu oportunidades para desempregados da cidade e região. Intregrantes da organização não governamental (ONG) Centro Voluntário de Londrina (CVL), eles ministraram, nos últimos dois meses, um curso gratuito para formação de assistentes administrativos.

Os 185 alunos se formam hoje. De acordo com Daniela Resende Faria, presidente da ONG, o objetivo é criar oportunidades para pessoas sem emprego. ”Fora do mercado de trabalho, elas se sentem desmotivadas”, comentou. O grupo de profissionais, que inclui também um economista, já fazia trabalho voluntário com crianças e adolescentes. ”Decidimos trabalhar com desempregados porque também são excluídos”, disse.

As sete turmas, divididas por nível de escolaridade, aprenderam sobre rotinas administrativas. Se informamaram, também, sobre a melhor forma de elaborar um currículo ou como se comportar em entrevistas para empregos, além de estudarem noções de vendas e empreendedorismo.

Vladecir Modesto, 24, é um dos alunos que receberá hoje o certificado de conclusão do curso. Ex-auxiliar de serviços gerais de uma empresa de aviação, ele estava desempregado há quatro meses quando entrou em contado com o CVL. Pouco tempo após começar o curso, conseguiu outro emprego.

”Eu tinha mandado um currículo antigo para a empresa onde estou trabalhando, mas não fui chamado”, contou. Após melhorar o currículo, com as orientações do curso, enviou novamente para o mesmo local. Conseguiu a entrevista e, alguns dias depois, estava empregado. Acomodado na firma anterior, ele comentou que ”nem pensava em voltar a estudar.” Agora, está animado para fazer novos cursos. ”Com mais formação, posso ser promovido”, disse ele, que trabalha na linha de produção da indústria.

Outro formando que já começou a mudar de vida é Werner Orlando Lauer. Aluno do curso junto com a noiva Michelle Luiza Cândido Bruninski, 22, ele aproveitou as noções de administração e empreendedorismo para investir no seu próprio negócio.

Criador de um site sobre a banda Sepultura, ele planejava fazer algumas camisetas para divulgar a home page. No curso, surgiu a idéia de ampliar a inciativa e produzir camisetas sobre temas diversos para comercialização. ”Já fiz cartão de visitas e comecei a receber encomendas”, disse o novo empresário, que em 15 dias colocará na internet um site para divulgação de seu catálogo. ”Sem o curso, meu negócio iria falir, pois não tinha a menor noção de como administrar dinheiro.”

O curso do CVL foi viabilizado pelo apoio de políticos e instituições que cederam espaço e material para as aulas. Daniela informou que novas turmas serão formadas no ano que vem. A ONG também tem planos de oferecer formação em outras áreas, como cursos para recepcionistas, garçons e telefonistas. ”Para isso, dependemos da adesão de voluntários de outras áreas.” A organização mantém ainda um banco de currículos para encaminhar a empresas interessadas em contratar os alunos.

Carolina Avansini
Reportagem Local

Voluntários fizeram a alegria dos alunos de um centro de educação da zona leste de Londrina
O CEI funciona há 17 anos no conjunto Guilherme Pires e presta atendimento em período integral
Fotos: César Augusto
Crianças foram presenteadas ontem com uma brinquedoteca móvel
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”Agora, a gente tem mais brinquedos para se divertir, tia. O que tinha aqui estava tudo velhinho ou quebrado”, contou Ana Carolina Moura, de quatro anos, enquanto encaixa um tiara de princesa na cabeça. Ela é uma das 80 crianças do Centro de Educação Infantil (CEI) Espaço Criança, localizado no conjunto Guilherme Pires (Zona leste de Londrina), que foram presenteadas ontem com uma brinquedoteca móvel. O presente é resultado do projeto ”Amar e educar”, do Centro Voluntário de Londrina (CVL). O projeto teve início em agosto deste ano, com o objetivo de reforçar o aprendizado das crianças, com aulas de musicalização e leitura pelo menos uma vez por semana, de acordo com a coordenadora do CVL, Daniela Faria. Durante as atividades, Daniela e outras duas voluntárias trabalham temas como família, meio ambiente e cidadania. O projeto é pautado em valores e princípios cristãos.
”Nosso foco é o desenvolvimento cognitivo, lógico, corporal, criativo, o trabalho em equipe e o aspecto socioafetivo”, destaca Daniela, esclarecendo que foi a partir do início dessas atividades que as voluntárias perceberam a falta de recursos dos professores do CEI para trabalhar com os alunos e a necessidade de uma nova brinquedoteca. Em parceria com o bar Vila Badoo, as voluntárias do CVL arrecadaram diversos brinquedos e também montaram os ecobrinquedos, fabricados a partir de materiais recicláveis, que fizeram a alegria da criançada. Caixinhas de leite tranformaram-se em dados e fantoches; cds usados incrementaram a vestimenta das personagens; potinhos de iogurte tornaram-se chocalhos coloridos e um conjunto de garrafas pets foi usado para jogar boliche.”Eu gostei de tudo. Agora vai ficar mais fácil para professora montar as historinhas de fantoches pra gente”, destacou empolgado o garot Adrian Felipe de Melo, de 5 anos. Otimista com a entrega da brinquedoteca móvel e ao mesmo tempo preocupada com a situação pela qual a CEI está enfrentando, a diretora do centro, Ulany Gomes Santos, disse esperar que as doações sejam um incentivo a mais para alunos e professores lidarem com as dificuldades. As paredes das salas de aula estão repletas de rachaduras e com a pintura toda descascada; parte do piso, das telhas e os brinquedos do parquinho estão quebrados e algumas fechaduras das portas não funcionam.”Fora isso tem a questão financeira. É um esforço muito grande para conseguir fechar a conta todos os meses. O dinheiro que recebemos por cada criança mal dá para os gastos e ainda tem o salário do professores”, mencionou Ulany. Filantrópica, a CEI tem convênio com a prefeitura e recebe cerca de R$ 130 por mês para o atendimento de cada criança. As despesas com compra de materiais de limpeza e pagamento de água e luz, entre outras, são realizados por meio de promoções. O CEI Espaço Criança funciona há 17 anos no conjunto Guilherme Pires. Atualmente, são atendidas 88 crianças, de 1 a 5 anos, de vários bairros da zona leste, em período integral. São oferecidas aulas de música, teatro, desenho, leitura e contação de histórias e atividades com a horta, tudo atrelado aos temas levantados pelos professores de acordo com a idade de cada criança, como convívio em família e respeito ao próximo.Serviço: O Centro de Educação Infantil Espaço Criança fica na rua Antonio Eleutério Naves, 156. Mais informações pelo fone (43) 3337-5888.
Fernanda Carreira – Reportagem Local – Folha de Londrina – 06/11/2012

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UMA REDE DE AUXÍLIO: (Folha de Londrina – 09/02/2009)

Criados a partir de 1997, os centros de voluntariado incentivam esse trabalho transformador, de modo presencial ou a distância, em todo o País. Desde 2000 estimulam a participação em ações, campanhas e projetos relacionados aos ”8 Objetivos do Milênio”, que no Brasil são chamados de ”8 Jeitos de Mudar o Mundo”.

O auxílio, em muitos casos, começa pela internet. A rede Brasil Voluntário (www.voluntariosonline.org.br), por exemplo, congrega centros de voluntariado para promover debates e propiciar o conhecimento e engajamento de todos os interessados em participar de ações, campanhas e projetos que colaborem com os oito objetivos.

O Centro Voluntário de Londrina (CVL), criado há cinco anos, organiza e promove palestras e cursos. Atualmente, mantém parceria com a Federação dos Bairros de Londrina, além de orientar pessoas interessadas em ser voluntárias. ”Geralmente, quem nos procura tem pouca informação, não sabe como e o que fazer. O que fazemos também é encaminhar as pessoas para os projetos existentes em instituições e ONGs”, revela a coordenadora do CVL Daniela Resende Faria, que há 15 anos está envolvida com o voluntariado.

De acordo com Daniela, a prestação de serviço voluntário é pouco divulgada em Londrina. ”É interessante buscar conhecimento sobre o assunto. Hoje existe termo de adesão como forma de comprometimento por parte do voluntário. Caso não se identifique com determinada atividade, ele pode optar por outra que se identifique mais com o seu perfil”, diz. (L.O.)

Serviço:

Centro Voluntário de Londrina – www.cvlondrina.wordpress.com; e-mail: cvlondrina@gmail.com

Centro de Ação Voluntária de Curitiba – Fone (41) 3322-8076; http://www.acaovoluntaria.org.br

Centro de Voluntários de Cascavel – Fone (45) 3322-4206; e-mails: centrovc@terra.com.br/ centrovc@certto.com.br

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Revista AFEL – Associação Fórum das Entidades Filantrópicas de Londrina. (FEV/2006 – nº1)

FAÇA A DIFERENÇA! SEJA UM VOLUNTÁRIO! 

 O que é voluntariado?

Segundo definição das Nações Unidas, “o voluntário é o jovem ou o adulto que, devido a seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte c seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem estar social, ou outros campos…”

Como ser um bom voluntário  

Qualquer pessoa pode ser voluntária, independente do grau de escolaridade ou idade, o importante é ter boa vontade e responsabilidade. Se não der certo com a primeira entidade, não desista, tem muita gente precisando da sua ajuda. Tente outra vez. E se tudo der certo, ótimo! Sinta como a entidade funciona, e do que ela necessita, talvez você tenha que pesquisar um pouquinho e sugerir uma tarefa. Por exemplo, pintar a entidade por fora ou por dentro, cadastrar doadores no computador, ajudar a organizar um evento ou fazer uma festa. A iniciativa é sua.

Seja humilde. O fato de você estar ajudando os outros não significa que você será paparicado e que seu trabalho não possa ser criticado.

O trabalho voluntário exige o mesmo grau de profissionalismo que em uma empresa, se não maior.

Existem regras a seguir, por mais meritória a causa, e não desanime se nem todos vibrarem e baterem palmas pelo seu trabalho. 

Atividades nas quais você pode ser voluntário

  • Educação
  • Cultura e artes
  • Esporte e lazer
  • Saúde e assistência social
  • Segurança pública e cidadania
  • Meio ambiente
  • Geração de renda e emprego
  • Captação de recursos
  • Reconhecimento e incentivo ao voluntariado

Por que ser um voluntário? A grande maioria dos voluntários no Brasil querem:

1. Ajudar a resolver parte dos problemas sociais do Brasil.

2. Sentir-se útil e valorizado.

3. Fazer algo diferente no dia a dia.

4. 54% dos jovens no Brasil querem ser voluntários, mas não sabem como começar.

Agora não tem desculpa. Pesquise as entidades perto de você e seja um voluntário.    

Voluntários vivem mais e com maior saúde!

Allan Luks, em The Healing Power of Doing Good, descobriu que pessoas que ajudam os outros têm consistentemente melhor saúde. Oito em dez dos entrevistados afirmaram que os benefícios para a saúde retornavam quando eles se lembravam da ação feita em anos anteriores.

Estudo da Universidade de Michigan constatou que homens que faziam menos trabalhos voluntários eram significantemente mais propensos a morrer.

Estatísticas do Setor   

54% Jovens Brasileiros querem ser Voluntários mas não sabem por onde começar.  Por isto criamos este site. Estima-se que 14 milhões de jovens e 10 milhões de adultos querem ser voluntários. Com este engajamento potencial muitos problemas que o governo não consegue resolver seriam resolvidos. Pesquisa da CPM.

Somente 7% dos jovens brasileiros são voluntários, contra 62% nos USA. Isto é um desastre nacional, porque o voluntário de hoje seria o doador de amanhã. Mais uma geração ameaça ser educada sem consciência social. Por isto ajude a divulgar a Campanha Seja Um Voluntário e melhorar esta estatística.

Empresas Brasileiras gastam 4 bilhões de reais por ano em segurança patrimonial e pessoal de seus executivos e 5 mil reais por mês em filantropia. Precisamos inverter esta balança, inclusive para gastar menos com segurança.

Segundo o Imposto de Renda, a média para doações e contribuições é de 23 reais por ano, para os 5 milhões de brasileiros que pagam Imposto de Renda.

Fonte: www.voluntarios.com.br

Legislação 

A Lei nº 9.608/98 caracteriza como trabalho voluntário a atividade não remunerada prestada por pessoa física a entidade pública de qualquer natureza, ou a instituição privada de fins não lucrativos que tenha objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência social, inclusive de mutualidade.

Esta lei estabelece que o trabalho voluntário esteja previsto em contrato escrito – o Termo de Adesão que destaca a não existência de vínculo trabalhista no serviço voluntário.
O voluntariado que nasce deste encontro da solidariedade com a cidadania não substitui o Estado nem se choca com o trabalho remunerado mas exprime, isto sim, a capacidade da sociedade de assumir responsabilidades e de agir por si mesma.

O trabalho voluntário é, também cada vez mais, uma via de mão dupla: não só generosidade e doação mas também abertura a novas experiências, oportunidade de aprendizado, prazer de se sentir útil, criação de novos vínculos de pertencimento, afirmação do sentido comunitário.

10 dicas sobre voluntariado

Dê uma olhada nestas dez dicas sobre voluntariado:

1. Todos podem ser voluntários
Não é só quem é especialista em alguma coisa que pode ser voluntário. Todas as pessoas capacidades, habilidades e dons. O que cada um faz bem pode fazer bem a alguém.

2. Voluntariado é uma relação humana, rica e solidária
Não é uma atividade fria, racional e impessoal. É relação de pessoa a pessoa, oportunidade de se fazer amigos, viver novas experiências, conhecer outras realidades.

3. Trabalho voluntário é uma via de mão dupla
O voluntário doa sua energia e criatividade mas ganha em troca contato humano, convivência com pessoas diferentes, oportunidade de aprender coisas novas, satisfação de se sentir útil.

4. Voluntariado é ação
Não é preciso pedir licença a ninguém antes de começar a agir. Quem quer, vai e faz.

5. Voluntariado é escolha
Não há hierarquia de prioridades. As formas de ação são tão variadas quanto as necessidades da comunidade e a criatividade do voluntário.

6. Cada um é voluntário a seu modo
Não há fórmulas nem modelos a serem seguidos. Alguns voluntários são capazes, por si mesmos, de olhar em volta, arregaçar as mangas e agir. Outros preferem atuar em grupo, juntando os vizinhos, amigos ou colegas de trabalho. Por vezes é uma instituição inteira que se mobiliza, seja ela um clube de serviços, uma igreja, uma entidade beneficente ou uma empresa.

7. Voluntariado é compromisso
Cada um contribui na medida de suas possibilidades mas cada compromisso assumido é para ser cumprido. Uns têm mais tempo livre, outros só dispõem de algumas poucas horas por semana. Alguns sabem exatamente onde ou com quem querem trabalhar. Outros estão prontos a ajudar no que for preciso, onde a necessidade é mais urgente.

8. Voluntariado é uma ação duradoura e com qualidade
Sua função não é de tapar buracos e compensar carências. A ação voluntária contribui para ajudar pessoas em dificuldade, resolver problemas, melhorar a qualidade de vida da comunidade.

9. Voluntariado é uma ferramenta de inclusão social
Todos têm o direito de ser voluntários. As energias, recursos e competências de crianças, jovens, pessoas portadoras de deficiência, idosos e aposentados podem e devem ser mobilizadas.

10. Voluntariado é um hábito do coração e uma virtude cívica
É algo que vem de dentro da gente e faz bem aos outros. No voluntariado todos ganham: o voluntário, aquele com quem o voluntário trabalha, a comunidade.

“A CARIDADE É O ÚNICO TESOURO QUE SE AUMENTA AO DIVIDÍO-LO”. CESARE CANTÚ (ESCRITOR ITALIANO)

Sobre o CVL – Centro Voluntário de Londrina

Fundação: Fundado em junho de 2.003, o CVL surgiu com o propósito de discutir, analisar e propor idéias e soluções para os problemas sociais.

Missão: Tem o objetivo de promover, incentivar e valorizar o trabalho voluntário, articulando a oferta e a demanda do mesmo, promovendo intercâmbio de experiências e ações que visam o fortalecimento das instituições da sociedade civil, além de realizar cursos profissionalizantes incentivando a geração de renda própria de pessoas menos favorecidas economicamente visando a qualidade de vida.

Atividades: O CVL já realizou diversos cursos na área de formação profissional (assistente administrativo, técnicas em vendas, motivação e trabalho em equipe, montagem de currículo e entrevista profissional, etc.) e já treinou mais de 400 pessoas para o mercado de trabalho. O CVL também realiza cursos e palestras em parceria com a OPIS – Organização de Planejamento e Impulso Social motivando e preparando pessoas para atuação voluntária.

Projetos futuros: O CVL quer continuar com os cursos na área formação profissional e no incentivo do voluntariado na cidade de Londrina e região.

 

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4 Responses to O CVL na Mídia

  1. Jaqueline disse:

    Olá Bom Dia!
    Gostaria de ser voluntária de uma Instituição, mas só tenho tempo no Domingo.
    Então, queria saber quais Instituições que eu posso ajudar….
    Adorei este site. Estão de Parabéns!!!
    Sou Jaqueline, tenho 17 anos e quero poder ajudar as pessoas desse nosso mundo em que vivemos…
    Obrigada!

  2. Moacir disse:

    Olá, Daniele:

    Visitei o Blog e fiquei feliz em saber que mesmo fora do Brasil, continua ativa no trabalho voluntário. Parabéns! Esta reportagem de 2003, foi aquele curso que fizemos juntos, é isto? Puxa, como passa o tempo…rsrs

  3. Ana Paula Almeida disse:

    Meus parabéns pela iniciativa, este site está muito bom, inclusive, se não tiver problemas, irei usar algumas matérias daqui para divulgar no facebook, Londrina precisa muito de voluntários!!

  4. MAGDA disse:

    oi daniele tudo bem é a magda do VILLA BADÚ BATATA SUIÇA E PETISCOS, ACABEI DE ENCONTRAR SEU ENDEREÇO PRECISO FALAR COM VC TENHO NOVIDADES QUERO IR DE BADU SEMANA QUE VEM NA CRECHE E GOSTARIA QUE NA MATERIA ACIMA FOSSE ARRUMADO O NOME DA EMPRESA QUE TA VILA BADOO, RSRSRS, ME LIGUE 99183443 APOS 12:00 TE AGUARDO BJAO

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